
[Eu]
Nome: Paulo Alves
Idade: 15 anos
Aniversário: 22/12
Signo: Capricórnio
Moro em: Bragança Paulista/SP
Estudo em: Colégio Adventista
Cores: Preto, branco, azul e vermelho
Namora: Não
Nicks: Paulinho, Paulo (normal), Lu (pela Erica)
Celular: Secret
Um cd: IN THE ZONE - Britney Spears
ICQ: 223001037
E-mail
Estou no:Pedra Dura
Confira nas segundas: DOBA
Gosto de: Chicletes e Balas
Odeio: Quem me odeia
Músicas: Christina Aguilera - The Voice Within
Laura Pausini - Seamisai
Mariah Carey - Hero
Blink 182 - I miss You
Britney Spears - Toxic
Evanescence - My Immortal
Shania Twain - From This Moment
Vanessa Carlton - Pretty Baby
Frase: "Ame a quem te ama, e não quem te sorri, pois quem te sorri te engana e quem te ama sofre por ti"
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Quarta-feira, Junho 02, 2004
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Sábado, Maio 29, 2004
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Domingo, Maio 02, 2004
MUDAMOS!
Agora você pode nos encontrar no endereço abaixo! Espero que continuem a me visitar!
Cannot Erase
Perdido por: Paulo às 12:19 AM Comentários:
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Sexta-feira, Abril 30, 2004
Nossas Escolhas
Nossas escolhas Na nossa vida necessitamos, fazer escolhas, as quais, com maior ou menor critério, fazemos basicamente pensando no próprio benefício, porque achamos conveniente, porque agrada nosso ego, porque nos faz feliz. Mas, precisamos refletir a respeito do assunto:
- Nosso conceito de felicidade é igual ao dos outros?
- Isso só vale pra nós?
- Isso atende à coletividade?
- Nós sabemos o que queremos?
- Por que vivemos assim?
- Não fazer "nada" não é também uma escolha?
Para auxiliar na reflexão (de uma forma diferente) cito abaixo um trecho de uma interessante lenda, muito conhecida na China, é a lenda do Dragão, figurado em seis "formas":
1. Dragão oculto: o animal sagrado está metido no fundo das águas, não experimenta nenhum desejo de subir à superfície, de sair da condição atual, de evolucionar. O ser ignora sua verdadeira essência.
2. Dragão no arrozal: saiu da águas, tomou consciência do mundo exterior. Está sobre a terra, mas sobre a terra lamacenta que afunda seu corpo. Esta sensação não produz nenhum fruto, não anima nenhuma mudança. Mas, ao fundo de sua baixeza, ele começa a aprender que tem asas, entrevê, como um sonho, a alvorada do céu.
3. Dragão visível: o dragão eleva-se ao cimo das águas gementes, foi arrancado da terra pelas mesmas águas que o prendiam, vê o conjunto do mundo, mas lhe falta força de vontade para voar.
4. Dragão saltitante: neste instante o ser compreende que não deve ficar no meio mórbido. Sobre isso - diz o Yi-king - "ele é como peixe que sai da água, com a vontade, mas sem os meios de desaparecer." Então, duas sendas abrem-se diante deste: esforçar-se, ainda mais, depois de mil saltos infrutíferos, até conseguir alcançar os céus ou desistir cansado das tentativas, não abrir as asas e ficar na terra.
5. Dragão volante: enfim, achou sua senda. Voa e plana nos ares, pleno de si. Pode colocar-se sobre a terra, mas o faz dominado pelo altruísmo, pois evoluciona livremente.
6. Dragão planador ou nivelador: a missão acabou, venceu todas as provas, este plana no éter sobre o coração do Sol, mantém-se sem fadiga. Vive plenamente. Este é o "inacessível" Nirvana, a Paz definitiva.
Agora podemos nos questionar:
- Que "dragão" somos?
- Que "dragão" queremos ser?
Acredito que essa lenda tenha trazido uma forma diferenciada de vermos a "vida", considerando-se que cada terá uma interpretação diferente.
Texto de:Joel Cordeiro da Silva
Perdido por: Paulo às 4:56 PM Comentários:
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Quinta-feira, Abril 29, 2004
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Quarta-feira, Abril 28, 2004
Drogas não!!
Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo
de "experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..." e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "da
terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo
disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo".
Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o
consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e
acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi:
hei, Me dê um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio de tudo!Logo resolvi experimentar algo diferente e ele
me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa
leve..."Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi
oferecendo coisas piores: "é o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de águia" e
muito mais.Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de
coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse
mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu
o que eu queria, um Cd do "Harmonia do Samba". Minha bunda passou a ser o
centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela,
respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde
efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais . . . Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show de encontro dos grupos "Karametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a
Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados. Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas
Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejo". Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "mise1áveis" e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões", "Motinhas” e "Tapinhas".
Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saía a noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários
das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar o "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos". Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa. Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar às pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique
esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
-Não ligue a TV no Domingo à tarde;
-Não escute nada que venha de Goiânia ou do Interior de São Paulo
-Não entre em carros com adesivos "Fui ...” · -Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito foi ao programa da Hebe ou se apareceu no Sabadão do Gugu;
-Mulheres gritando histericamente é outro indício;
-Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa;
-Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados;
-Não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo;
-Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil;
-Não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima.
-Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos.
A vida é bela! Eu sei que você consegue
DIGA NÃO ÀS DROGAS !!!
Texto de: Luiz Fernando Veríssimo
Tocando: Summer of 69 - Bryan Adams
Perdido por: Paulo às 10:46 PM Comentários:
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Segunda-feira, Abril 26, 2004

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